Recuperação

Se o dependente tem consciência de que está doente e demonstra vontade em buscar ajuda, o tratamento é feito imediatamente. Para a família, essa atitude é motivo de alegria. O tratamento do paciente é planejado de acordo com o tempo e o grau de dependência química em que ele se encontra. Os profissionais estudam cada caso individualmente, para que os resultados sejam alcançados com eficiência. Espiritualidade juntamente com a atuação psicosocial são essenciais para alcançarmos a reestruturação familiar.

As drogas causam diversas alterações no organismo da pessoa, principalmente quando são utilizadas com frequência por um longo tempo. Nesse caso, o vício é uma realidade e tanto o cérebro quanto o corpo sofre com a falta da substância, mais conhecida como abstinência. Essa é uma fase, extremamente difícil para o dependente químico, pois o organismo criou o hábito de receber as toxinas. Quando ele se abstém delas, os sintomas aparecem: desconforto físico, dores, tremores, crises de ansiedade, convulsões, aumento da pressão arterial, entre outros. Sendo assim, fica muito difícil para o dependente químico abandonar o vício sozinho. A abstinência, apesar de causar mal-estar, é uma etapa necessária para a recuperação do paciente. Por esse motivo, é fundamental que ele se submeta a um processo de desintoxicação com acompanhamento médico.

O tratamento não deve ser feito somente enquanto o paciente estiver conosco, pois ao sair, se deparará com situações que podem fazer ele ter uma recaída, ou mesmo, surgir doenças psiquiátricas mascaradas pelas toxinas.

Aqui a vida tem prioridade!